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Clima seco e altas temperaturas influenciam resultado da 'Iron PG'

Atletas de PG completam desafio no Chile, mas não batem marcas

Por: Redação em 17/01/2018 06:22:51 atualizado em 17/01/2018 06:42:53
Ponta-grossenses fecharam a prova em mais de cinco horas - Foto: Divulgação

Ponta-grossenses fecharam a prova em mais de cinco horas - Foto: Divulgação


O time Iron PG venceu os desafios naturais da Herbalife Nutrition Iron 70.3, em Púcon, no Chile. Os ponta-grossenses precisaram nadar 1.900m, pedalar 90km e correr outros 21km em subida, aos pés do vulcão Villarrica. A prova aconteceu no domingo (14) e faz parte do Circuito Mundial de Ironman.


Apesar de cumprirem a prova, os atletas não conseguiram baixar os melhores tempos em circuitos ‘meio Iron’. Rafael Zem tem como melhor tempo 5h05, e completou a prova chilena em 5h46. Já Thiago Andrade tem como melhor marca 4h55 e terminou a competição em 5h14.


Um dos principais adversários foi o clima chileno. “A prova foi ‘animal’. A temperatura da água estava boa. O pedal tinha subida e vento. A corrida também foi complicada. O que mais pesou mesmo foi o clima: temperaturas altas, clima muito seco”, explica Zem.


Mesmo sem conseguir bater a própria marca, Rafael Zem se vê satisfeito com o desempenho. “Estou muito feliz. Nadei bem, pedalei bem e a corrida, pelo calor e sofrimento, deu para fazer”, avaliou o atleta.


A partir de agora eles focam na continuidade da temporada. Rafael deve priorizar as provas de maratona no decorrer do ano, já Thiago irá disputar o Ironman em Florianópolis, marcado para o mês de maio.


Belas paisagens e receptividade chilena


O ‘meio Iron’ de Pucón é considerado pelos competidores uma das provas mais bonitas do Circuito Internacional de Ironman. Por envolver o Vulcão e o Lago Villarrica, os atletas passam por belas paisagens.


Porém, o que mais surpreendeu Rafael foi a receptividade dos moradores de Pucón. Boa parte do circuito passa no perímetro urbano da cidade, cruzando ruas e condomínios fechados do município.


“A cidade abraça a prova. O tempo todo você corre acompanhado, com gente torcendo, gritando. É uma coisa que a gente não vê muito no Brasil. O pessoal aqui acha ruim a realização das provas. Você vai correr em Curitiba e o pessoal fica buzinando, xingando. No Chile o pessoal abraçou a prova. A comunidade apoia e vive isso”, destaca.


* Reportagem de Lucas Matos, especial para o Net Esporte Clube


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